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Vem aí a 6ª Edição da MakerFest Brasil

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No primeiro domingo de junho acontece o maior evento da cultura Maker no Brasil.

Um festival de atrações para você conhecer de perto a economia que está transformando o mundo e a vida de milhões de pessoas. É a oportunidade de descobrir e aprender as ferramentas que podem transformar seu futuro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Internet das Coisas – Robótica – Inteligência Artificial – Blockchain – Realidade Virtual e Aumentada – Arte – Marcenaria – Eletrônica – Start-ups – Gastronomia – Oficinas – Palestras – Networking

Conteúdo de primeira linha, oficinas mão na massa, arena do conhecimento bandas ao vivo ao longo do dia e espaço gastronômico constituem uma experiência única, um dia muito produtivo, especial e agradável.

Participe dessa festa conosco! Confirme já a sua presença: https://goo.gl/itFM8Y

MakerFest Brasil
04/06/17 (domingo), das 10h às 20h
Entrada Gratuita

Local: Engenho Maker
Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 – Vila Mariana. Próximo ao Parque do Ibirapuera
www.makerfest.com.br

Engenho Maker participa do Festival Path

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Neste final de semana (dias 06 e 07/05) acontece o Festival Path, um festival de inovação e criatividade que promove encontros, transformando a forma de pensar, agir e se relacionar. Através de convite feito pela Bolha do Nagib Nassif Filho, o Engenho Maker participará da feira maker, juntamente com Arthur Joly e sua Reco-Synth, Thiago Lima do Embarcadose Roger Sodre VJ do United VJs.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Também participaremos da programação de palestras, através tema “Maker Space: Você Ainda vai Precisar de Um”, e que será provocada pelo nosso amigo maker José Michel, sócio do Engenho Maker. Esse papo acontece do dia 07/05, às 18h, no Teatro do Instituto Tomie Ohtake.

Confira a programação completa no site do festival e participe! https://www.facebook.com/events/1234858633271582/

Engenho Maker recebe Biomaker Battle no dia 24/04/17

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O Engenho Maker recebe a BioMaker Battle em Abril
USP e Biominas Brasil prepararam um Desafio Maker especial para Pesquisadores

A Agência de Inovação da USP se junta a Biominas Brasil, instituição que busca promover negócios de impacto em ciências da vida, para realizar um desafio científico para projetos e pesquisas oriundos de universidades e centros de pesquisa brasileiros.

O Biomaker Battle tem duração de apenas um dia e tem o propósito de gerar visibilidade para a qualidade de trabalhos científicos, bem como criar oportunidade para a aplicação prática destas pesquisas na criação de soluções inovadoras nas áreas de saúde humana, meio ambiente, agronegócio e saúde digital.

O desafio busca mostrar como é possível levar a ciência desenvolvida dentro da academia para o mercado e como pode ser o processo de aplicação e transformação da pesquisa em negócio. A iniciativa criada pela Biominas tem o objetivo de criar um ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação dentro na universidade, aproximando a academia do setor privado, por meio do Movimento Maker, que é a versão tecnológica da cultura Faça-Você-Mesmo (Do It Yourself). A aplicação da cultura maker nas áreas de ciências da vida tem o propósito de empoderar o pesquisador, dando novo sentido e protagonismo para o seu trabalho científico.

A parceria com a AUSPIN – Agência USP de Inovação, do ICB – Instituto de Ciências Biomédicas e Engenho Maker fortalece a utilização do conhecimento científico, tecnológico e cultural produzido pela USP em prol do desenvolvimento socioeconômico do país. Valores presentes na política de inovação tecnológica da universidade.

Sobre o Biomaker Battle edição USP

Serão selecionadas 15 equipes que participarão de workshops de curta duração e mentorias rápidas com especialistas, as equipes serão desafiadas a usar o conteúdo dessas atividades para construir um modelo de aplicação da sua pesquisa na resolução de um problema que afeta uma ou mais áreas de ciências da vida. No final do dia, cada equipe fará uma apresentação rápida com as principais informações que demonstram o potencial da sua pesquisa para uma banca de avaliadores que escolherá a equipe vencedora.

Inscrições até 19/04
Valor: R$ 30,00 (A taxa de inscrição será paga somente após a seleção das equipes.)

O evento acorrerá no dia 24 de abril, de 8h30 ás 18h no Engenho Maker ( Instituto de Engenharia – Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 – São Paulo, SP).

Para saber mais informações acesse: biostartuplab.org.br/biomaker-battle-inscricoes/
Para se inscrever e solicitar sua participação clique aqui.

02/02/2017 – Projeto Draft

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Juliana Glasser Engenho Maker Projeto Social

“Só vamos resolver problemas reais se pararmos de pensar apenas em escalar”

Luisa Migueres – 2 de fevereiro de 2017

Juliana Glasser Engenho Maker

Juliana Glasser passou sete anos achando que trabalhar com tecnologia era só sonho. Hoje, ela tem duas empresas, é porta-voz do movimento maker e palestrante da CPBR10.

Transformar dificuldades em oportunidades para aprender e estimular outras pessoas parece ser a especialidade de Juliana Glasser, de 33 anos. Cofundadora da Carambola, empresa de softwares que fundou depois de sentir que o mundo corporativo não era seu lugar, ela é um exemplo de como o movimento maker muda realidades. Este, aliás, foi o tema do seu painel no Palco Ciência, na Campus Party ontem (quarta-feira, dia 1). Antes de subir ao palco, ela conversou longamente com o Draft na sede no Instituto de Engenharia, em São Paulo.

A associação autônoma de engenheiros, no bairro da Vila Mariana, abriga a Carambola, que oferece desenvolvimento de softwares com um diferencial: um terço dos funcionários são pessoas que têm pouca ou nenhuma experiência com programação. Ou seja, não são estagiários, nem estão estudando Ciência da Computação, mas querem usar tecnologia para resolver problemas que para eles são urgentes. No mesmo local (um antigo salão de festas do Instituto de Engenharia) funciona o Engenho Maker, considerado o maior makerspace do Brasil. Os dois negócios simbolizam a maior missão da empreendedora: passar adiante o que a tecnologia e o aprendizado de trabalhos manuais fizeram por ela.

Sentada em uma das dezenas de mesas que ela mesma soldou, Juliana conta que foi “daquelas crianças que gostavam de desmontar as coisas, para descobrir como funcionavam”. “Fiz um curso técnico de Eletrônica junto com o ensino médio. Depois de formada, senti uma dificuldade enorme de conseguir estágio na área, sendo mulher. Eu queria trabalhar em indústria, com equipamento, não queria fazer documentação”, diz. Na mesma época, ela se assumiu gay para os pais, que não aceitaram a sua orientação sexual e saíram de casa. “Eu brinco que eles foram inovadores, por que não me expulsaram de casa, eles que foram embora. A partir daí, tive que me sustentar. Fui trabalhar de garçonete, fiz iluminação para eventos e fiquei muito tempo como freelancer em bar.”

Ganhando 30 reais por noite, Juliana se viu num ciclo vicioso. Praticamente pagava para trabalhar, não tinha direitos garantidos, por ser informal, e não conseguia estudar. Foram sete anos assim, até que ela sofreu um acidente de trabalho – um produto químico caiu nos seus olhos – e um cliente assíduo do bar percebeu sua ausência. Era advogado, procurou Juliana e ambos entraram com um processo trabalhista contra o estabelecimento. Com a causa ganha e com a indenização de 10 mil reais, ela tomou coragem para voltar a estudar o que queria. A seguir, Juliana conta a seguir como voltar a se envolver com tecnologia desencadeou uma mudança na sua vida.

A programação transforma

A maioria dos meninos que tinham estudado comigo estavam entrando na faculdade, programando e ganhando 5 mil reais no primeiro emprego. Eu queria aprender a programar, então fui fazer um curso de TI no Senac, e lá havia um centro de inovação da Microsoft (onde estagiários da multinacional ofereciam cursos). Como gastei tudo o que tinha pagando o primeiro semestre da faculdade e fiquei sem luz em casa, chegava muito cedo na faculdade e só ia embora para dormir. Um dia, um dos diretores do centro de inovação me viu sentada na porta e me perguntou: “Se eu não te contratar você não vai sair daqui, né?”. Eu disse que não e ele me deixou entrar. Ali foi meu primeiro estágio, aí fui deslanchando. No segundo ano da faculdade, me inscrevi numa competição da Microsoft, a ImagineCup, que é como uma Copa do Mundo da Computação, com 300 mil inscritos. Meu projeto ficou em terceiro lugar.

Ganhar dinheiro não é suficiente

Em 2011, recebi uma proposta para trabalhar no Banco Votorantim, aí vi que minha vida estava melhorando. Até que um dia tive uma embolia pulmonar, fui para o hospital e fiquei mais de 20 dias sem trabalhar. Descobri que tinha uma doença autoimune, sem cura, que afetava meu pulmão. Fiquei meses afastada, de licença, fazendo tratamento e sem poder sair de casa. Foi aí que comecei a pensar em empreender, para voltar a trabalhar, mas como empresa de software. Acabei prestando consultoria para vários clientes, mas queria mesmo era causar impacto na vida de alguém. Então pensei em colocar um nome na minha empresa para o banco olhar e não ter vontade de me ligar. Coloquei Carambola (porque maçã já tinha, né?). Nascemos pequenininhos, na Plug (coworking de São Paulo) e crescemos rápido, porque tínhamos uma abordagem diferente, de simplificar problemas sem querer abraçar o mundo.

Juliana Glasser Engenho Maker Projeto Social

Juliana e João (na cadeira de rodas) se conheceram durante a Campus Party de 2015. Na foto, estão com o cartunista e empresário Mauricio de Sousa.

Como escalar pensando em ajudar o próximo

A tecnologia mudou a minha vida. Fui de garçonete a dona de uma empresa com 40 pessoas e pensava: “Como escalo isso e transformo a vida de outras Julianas por aí, na mesma situação?”. Eu queria capacitar pessoa que não teriam acesso à programação, mas caí na falácia de que eu precisava ajudar muitas pessoas, então a Carambola começou a ficar muito pesada, porque os projetos eram distribuídos em duplas (uma pessoa experiente e um aprendiz). Mudamos o método, deixando o aprendiz como terceiro elemento, depois que vimos que a conta não fechava.

Sem diversidade, as soluções não vão além dos nichos

De cara, enfrentamos dois problemas com a Carambola: como software é uma coisa muito intangível, é fácil sentir que você não está avançando muito, e isso frustra alguém que está começando. Além disso, o mercado de software é elitista. Quase toda linguagem é em inglês, a maioria são homens, brancos, heterossexuais e de classe média ou alta.

Enquanto não olharmos para a diversidade na indústria de software, a solução que vai surgir é o aplicativo de táxi mesmo

Os resultados aparecem a olho nu

Há dois anos, conheci o João Santiago, que tem paralisia cerebral, na Campus Party. Ele me mostrou o aplicativo dele, o Dá Pra Ir? (que mapeia locais com acessibilidade para cadeirantes) e na feira mesmo finalizamos a ferramenta. Desde então, ele se desenvolveu muito, mudou de Fortaleza para São Paulo para trabalhar comigo e está aqui até hoje. Já o Alhaji é um refugiado de Serra Leoa, que nunca tinha mexido num computador, e hoje programa na Carambola. Não tem como não ver a tecnologia como um catalisador, ou não querer fazer mais, pensando em situações com as deles.

Empreender não tem glamour

O empreendedorismo hoje é o equivalente à banda de rock da minha adolescência: todo mundo quer ter uma startup. Isso cria uma miopia, parece que todo mundo vai ser o Facebook. A pessoa funda a empresa já desesperada para conseguir um investidor. Aí, para justificar o investimento e a startup ter valor, você precisa ter escala. Então, o mercado de empreendedorismo está resolvendo muitos problemas de escala. Há esse glamour em torno da ideia, e esquecem da parte difícil, que é a execução.

Você entra em um coworking e todo mundo tem cartão de CEO. Isso atrapalha na hora de enxergar problemas reais

E não adianta apresentar um pitch lindo de um minuto se a pessoa não quer ouvir. Só vamos resolver problemas reais na hora em que entendermos que nem todo negócio é extremamente rentável, e paramos de pensar só na escala.

Ser maker dá liberdade

Eu não tinha dinheiro para fazer o que queria em muitas ocasiões, então ou eu aprendia ou não acontecia. Levei isso para a minha carreira na programação e comecei a idealizar um espaço maker com outros três sócios, para funcionar em paralelo com a Carambola. Hoje, o nosso trabalho é mostrar que ser maker tem valor e pode te dar liberdade. No Brasil, querer ser marceneiro ainda é feio, é “trabalho de peão”. Mas assim como se você não precisa fazer faculdade para ter uma empresa, talvez no futuro consiga construir muita coisa sem ter cursado engenharia. Tenho um filho de nove anos, o Gui, e consegui fazer um beliche para ele aqui no Engenho Maker. Não existe satisfação como esta.

Campus Party recebe o movimento Maker em peso

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Campus Party recebe o movimento Maker em peso

Abrindo as portas no próximo dia 31 de janeiro no Centro de Exposições do Anhembi, a Campus Party Brasil terá logo em sua entrada uma grande e destacada participação do Movimento Maker brasileiro.

Comandada pelo Fórum Fazedores, que é a maior comunidade maker em nosso país e apoiada pelo Engenho Maker, o mais descolado makerspace de São Paulo, os adeptos da cultura do faça você mesmo terão uma área de mais de 180m² e dezenas de adeptos realizando oficinas, cursos e demonstrações do que é ser Maker.

Segundo o cofundador do Engenho Maker, Renato Prado, o espaço dedicado ao movimento será dividido em três áreas, “são duas oficinas: uma tradicional com equipamentos e máquinas para materiais tradicionais como madeira, acrílico e tecidos, e outra, moderna, com impressoras 3D, equipamentos de solda e eletrônica. A terceira é uma mini MakerFest, uma reprodução do evento que realizamos periodicamente no Campus do Instituto de Engenharia, com exibição e participação de makers dos mais variadas matizes”.

O Movimento Maker também estará presente nos palcos principais das palestras e debates, destacando principalmente a inserção das atividades no currículo de escolas de todos os níveis.

Para Thalis  Antunes de Souza, responsável pelos conteúdos das comunidades da Campus Party essa é a concretização do planejamento que visa estar update com as tendências da tecnologia e da nova economia 4.0. Para ele “o Movimento Maker está crescendo de forma robusta em todo o mundo e no Brasil não poderia ser diferente. A abertura de Fablabs, espaços makers, hackerspaces e oficinas não só nas capitais, mas em todo o país, sejam públicas ou privadas, impressiona pelo volume e qualidade, já ultrapassando o milhar”.

Para Rafael Câmera Santos, do Forum Fazedores, é uma grande responsabilidade comandar toda essa área e atender todos os milhares de participantes do Fórum, que são mais de 50.000 espalhados por diversos estados. “Buscamos promover a nossa cultura para pessoas que ainda não aderiram à nossa comunidade. Nosso objetivo é incentivar o maior número de pessoas a colocarem a mão na massa aqui na Campus Party. Quem sabe muitos deles se tornem Makers” declarou o sócio e  maker dos Fazedores.

As oficinas:

Criação mão na massa com diferentes materiais como vinil, madeira, acrílico, plásticos, tecidos. Dezenas de ferramentas cedidas pela Dremel-Bosch estarão disponíveis para os interessados que se apresentarem no espaço, por ordem de chegada. Vários mentores estarão interagindo com os usuários para a concretização de projetos.

A MakerFest: 

Em 2016 foram realizadas quatro edições desse que é um grande encontro de makers, criativos, engenheiros e estudantes, profissionais e pesquisadores de tecnologia, hackers e pessoas de todas as idades interessadas em conhecer novas tecnologias, aprender e se divertir. Encontros semelhantes são realizados em mais de 100 cidades dos cinco continentes.

Durante o evento, além da oportunidade de ver equipamentos de última geração em funcionamento, como impressoras 3D, laser cutter, CNC, dentre outros, são oferecidas inúmeras atrações, oficinas, workshops, e atividades lúdicas para pessoas de todas as idades.

Como atração extra, vale destacar o local, uma grande área arborizada com estacionamento, ao lado do Parque do Ibirapuera. Food trucks, cervejas artesanais, música ao vivo e as inúmeras atrações, garantem um programa perfeito para os domingos de toda a família.

Na Campus Party 2017 o promotor da Makerfest preparou uma demo desse acontecimento que já está no calendário da cidade. Estarão presentes com suas criações e oficinas a Rede Fab Lab, o Clube Maker, o estúdio Bolha, a TogoToy, o Garoa, a GBK, a Carambola, o Engenho Baker, entre outros.

As Palestras:

São mais de 380 palestras proferidas durante a Campus Party, na qual destacamos algumas com a temática Maker indicadas pelo Engenho Maker.

1-fev -10h30 às 11h30 – Arena Inovação
Tema: Makerspace Fazedores na Open Campus – Entrada restrita aos campuseros
Palestrantes: Rafael Câmera Santos – Fazedores/ Pandoralab, Renato Prado – Engenho Maker, Mariana Correia – Dremel/ Bosch

Um relato do desafio de montar um makerspace na Campus Party. O Espaço Fazedores na Campus Party é a realização de um sonho de todo Campusero: um makerspace completo, equipado com Eletrônica, Fabricação Digital e Ferramentas manuais e elétricas.

Fruto da colaboração entre o blog Fazedores, powered by DREMEL – BOSCH, realizado pelo Engenho Maker e Campus Party

1-fev – 17h15 às 18h00 – Arena Ciência
Tema: Transformação social através do movimento Maker – Entrada restrita aos campuseros
Palestrante: Juliana Glasser – Co-Founder da Carambola e do Engenho Maker

Desde a infância sempre se interessou por desafios e também como as coisas funcionam. Juliana é formada em analise de sistemas e também técnica em eletrônica. Já trabalhou em quase tudo quanto é coisa que existe, como por exemplo auxiliar de cozinha, montadora de iluminação de eventos, técnica de equipamentos médicos hospitalares até iniciar a carreira como programadora em um centro de inovação da Microsoft, onde teve reconhecimento através do desenvolvimento de um software que foi finalista da ImagineCup, uma tradicional competição da empresa de reconhecimento mundial.

Foi assim que, em 2013, fundou a Carambola, empresa que tem dois grandes objetivos: reconhecer e tratar as pessoas como pessoas, além de trabalhar com tecnologia voltada para entrega de resultados. E ainda é co-fundadora da Infoprice, empresa focada em inteligência e pesquisa de preços para o varejo e a indústria, empresa que foi posteriormente absorvida pela B2W Digital.

Atualmente sua nova empreitada é o Engenho Maker, que é um espaço de Maker. Nesse espaço tem atuado com desafios de fortalecer a cultura maker além de trazer diversidade para o mercado de tecnologia.

2-fev – 10h30 às 11h30 – Open Campus: Startup & Makers
Tema: O que é ser maker? – Entrada gratuita
Debatedores: José Michel e, Renato Prado do Engenho Maker, Ricardo Cavalini do espaço Makers, Nagib Nassif do estúdio de tecnologia criativa Bolha e Maurício Jabur (Mau Maker) do PandoraLab

Makers são pessoas fascinantes, curiosas, que adoram resolver problemas, aprender fazendo e que amam compartilhar suas habilidades com os outros. Ser Maker é, sobretudo, compartilhar um conjunto de valores (mindset) que valoriza colocar a mão na massa. O tema é controverso e polêmico e esta palestra terá um formato de debate que promete muita emoção.

2-fev – 16h15 às 17h00 – Arena Ciência
Tema:  A importância do movimento maker para as corporações – Entrada restrita aos campuseros
Palestrante: Sandro Giovanni Valeri – diretor de Inovação da Embraer

Um overview de como as empresas estão encarando o movimento maker para ter os processo de inovação acelerados. Nos Estados Unidos, a Ford Motors investe na Techshop – a maior empresa de makerspaces dos Estados Unidos – pagando mensalidades para seus funcionários saírem do ambiente corporativo com o qual estão acostumados. Vivenciando um ambiente novo, com pessoas novas e menos regras, os engenheiros de pesquisa e desenvolvimento ficam mais criativos

2-fev – 22h15 às 23h00 – Arena Ciência
Tema: A história do Movimento Maker – Entrada restrita aos campuseros
Palestrante: José Reinaldo Michel – Co-Founder do Engenho Maker

O movimento maker é uma extensão da cultura faça-você-mesmo. O Maker típico é aquela pessoa que adora ferramentas e máquinas, desmonta brinquedos e eletrodomésticos para entender seu funcionamento ou consertá-los quando quebram e muitas vezes produzem objetos com as próprias mãos: marceneiros, serralheiros e mecânicos são bons exemplos de makers. Recentemente esta cultura vem ganhando novos adeptos em uma grande velocidade, principalmente em virtude do aparecimento de novas tecnologias de fabricação digital, da popularização de projetos abertos (open source) e da economia de compartilhamento (sharing economy) que estão criando condições para qualquer pessoa se tornar um maker.

Serviço:

Campus Party Brasil 10 anos
http://campuse.ro/events/campus-party-brasil-2017
De 31 de janeiro a 5 de fevereiro de 2017
Centro de Exposições Anhembi – São Paulo-SP

Engenho Maker
www.engenhomaker.com.br
Avenida Doutor Dante Pazzanese, 120 – Vila Mariana – São Paulo- SP

makerspace engenhomaker equipamentos compartilhados fazer aprender

12/12/2016 – 1 Papo Reto

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engenhomaker makerfest faça você mesmo oficinas ferramentas compartilhado

engenho-maker-abre

A era do fazer

Apesar de no calendário indicar que estamos em plena primavera, o céu, com tonalidades lusco-fusco e cara de chuva, nos remetia a uma daquelas manhãs modorrentas de outono. Apesar disso, o domingo (11/12) guardava surpresas bastante agradáveis, e nada convencionais, para quem deu um pulo na última edição do ano da Maker Fest Brasil, realizada no Instituto de Engenharia, no bairro do Ibirapuera na Zona Sudoeste de São Paulo.

O evento promovido pelo Engenho Maker, espaço de coworking e co-criação, reuniu empreendedores com perfil bastante eclético, muitos curiosos e gente disposta apenas a socializar. Na área externa era possível curtir um jazz de primeira qualidade ou então degustar um sanduíche ou outro acepipe regado a cervejas artesanais de diversas marcas. Dentro do galpão, feito de lona, rolava muita interação entre os makers e os convidados, inclusive inúmeras crianças.

“É neste momento que aproveitamos para testar a aceitação de produtos”, conta Renato Prado (na foto acima), sócio e idealizador do espaço colaborativo inaugurado em julho. “O processo de validação acontece num cenário de utilização efetiva”.

A Easy Bike de Daniel/Foto: 1 Papo Reto
A Easy Bike, de Wanderley/Foto: 1 Papo Reto

E isso vale desde itens prosaicos como um equipamento para a produção de churros até produtos para jardinagem, passando por mesas e bancos de madeira feitos para crianças, além de bolos e tortas servidos no pequeno café. Mas, peraí, cadê a tecnologia. Bem, ela está presente em todo as etapas, mas fica claro que a parte mais importante no processo são as pessoas.

Apesar de ser graduado em engenharia, Prado aposta num segmento maker mais ligado à corrente que valoriza a produção artesanal e a reciclagem, como elementos que viabilizam a produção de peças únicas. “A tecnologia massifica”, critica.

É neste contexto que surge a Easy Bike concebida pelo publicitário Wanderley Balsalobre. A magrela, ainda em fase de ajustes, chama a atenção de todos com seu quadro feito de madeira e o design que faz com que o ciclista fique de pé. “A ideia nasceu a partir de uma foto enviada por um amigo publicitário”, explica.

E por falar em madeira, foi na marcenaria do Engenho Maker que nasceu a linha de móveis infantis da grife Jasmim Manga. As peças são assinadas pela design Paula Prado. O acesso a um espaço maker deu-lhe a possibilidade de atuar no desenvolvimento de produtos, nicho que ela enxerga como sendo sua verdadeira vocação. “Tinha algumas ideias em mente, mas não sabia muito bem o que fazer, tampouco dispunha das ferramentas”, conta.

Os nerds também estavam por lá. Nenhum deles vestido de personagem de mangá ou de herói de série de TV. Mas nem por isso deixavam de chamar a atenção. Especialmente o grupo liderado por Wellington Rodrigues, estudante de sistemas de informação na FIAP e sócio da Lightning Wasp 3D. Com sua coleção de drones, que sobrevoavam as mesas fazendo acrobacias e enviando as imagens para um telão, Nagato, como ele é mais conhecido, chamava a atenção da galera.

O time de "nerds" da LIghtning Wasp/Foto: 1 Papo Reto
Os nerds da Lightning Wasp/Foto: 1 Papo Reto

Pois é graças as máquinas de corte, as fresadoras e as impressoras 3D que todas estas inciativas saíram do campo da ideação para se tornar realidade. Mesmo sendo um entusiasta da tecnologia, Prado valoriza a intuição. “Gosto do método crazy dog (cachorro louco) de fazer as coisas, no qual vamos aprendendo ao longo do processo de produção”, destaca. Foi neste contexto que nasceram, em apenas três dias, a cafeteria Engenho Baker e um balcão para produção e venda de churros.

“Entre a ideia, a construção do mobiliário, a concepção do logotipo e o teste para validação das receitas precisamos de apenas três dias”, conta. O mesmo esquema crazy dog tem se mostrado acertado em objetos, digamos, mais prosaicos, como o balcão usado pelo projetista e empreendedor de gastronomia Fernando Veronesi, sócio do food truck Verona´s Grill. “Percebi que a venda de sobremesa poderia acrescentar valor ao meu negócio, mas não sabia como fazê-lo”, diz. “O carrinho de churros resolveu o problema.”

Apesar do sucesso obtido com o modelo de negócios, Prado enxerga um futuro ainda mais brilhante para o imenso jardim do Instituto de Engenharia. Hoje, o Engenho Maker funciona como um espaço de coworking no qual profissionais e estudantes de diversas áreas podem alugar uma das 40 estações de trabalho, pagando por hora ou por mês. Os valores variam de R$ 100, por hora, a R$ 500, para planos mensais, e inclui a utilização dos equipamentos.

PARQUE TECNOLÓGICO

O empreendedor diz que ele e os três sócios (José Michel, Juliana Glasser e Renato Valle) investiram muito mais suor do que dinheiro para tirar a ideia do papel. Todos são crias da cultura maker. Michel, graduado em engenharia, estava pensando em montar um Maker Space com a Juliana, especialista em programação. Para isso, ele viajou para os Estados Unidos para conhecer as experiências e os modelos existentes por lá.

“Boa parte das máquinas que você vê aqui estavam em nossas garagens. Outras, foram doadas por empresas ou cedidas por empréstimo”, explica Prado, porta-voz da turma e responsável pela parceria com o Instituto de Engenharia, assinada em novembro de 2015.

O próximo passo do quarteto será ainda mais ambicioso: transformar o local num moderno e acolhedor Parque Tecnológico. Para acelerar a ideia e torná-la mais factível, as empresas atuariam dentro de contêineres espalhados pelo gramado, numa atmosfera bastante inspiradora e propicia à inovação. Mas nada disso deve ser implantado no curto prazo. “Ainda estamos na fase de desenvolvimento do conceito e da definição dos equipamentos”, justifica o empreendedor.

Apesar do pouco tempo de atividade, a Engenho Maker já tem muitas história para contar: integrou o circuito da SP TechWeek e abrigou uma startup que conseguiu vender uma estação meteorológica para uma vinícola do Vale do Sonoma, na Califórnia. “A cultura maker é o que vai movimentar a economia global daqui para a frente”, aposta o otimista Prado.

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11/11/2016 – O Mundo da Usinagem

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Lugar de fazer

O pensamento fora da caixa, uma nova organização de trabalho e a vontade de realizar impulsionam o Engenho Maker

O Mundo da Usinagem nº 113
Sua Revista digital patrocinada pela Sandvik Coromant

Por Inês Pereira

As cabeças pensantes do Engenho Maker. Da esquerda para a direita, os sócios Renato Prado, José Michel, Juliana Glasser e Renato Valle

As cabeças pensantes do Engenho Maker. Da esquerda para a direita, os sócios Renato Prado, José Michel, Juliana Glasser e Renato Valle

Iniciativas como a de José Michel, engenheiro de formação e realizador de coração merecem ser contadas. Com seus três sócios, tornou possível um sonho antigo: compartilhar saberes, experiências e unir alta tecnologia à filosofia do “faça você mesmo”, que remonta os tempos dos nossos pais e avós. O projeto do qual está à frente, o Engenho Maker, é um misto de coworking, incubadora e aceleradora de startups de hardware, com conexão, equipamentos e aprendizado. Entre projetos de robótica e pesquisas em inovação, o espaço abriga também uma marcenaria. A bancada com serrotes e cheiro de madeira convive com ferramentas tecnológicas. Essa é a ideia.

Não se trata, entretanto, de inventar a roda. O movimento não nasceu ontem. Tem uma década, pelo menos, e surgiu em San Francisco, nos Estados Unidos. Atualmente, o Maker Movement conta com o engajamento do presidente Barak Obama, que incentiva as escolas norte-americanas a adotarem suas práticas. “É o saber com autonomia, que promove a busca pelo inovador, ao mesmo tempo em que valoriza o fazer com a própria capacidade, o compartilhar e o transformar. Um contraponto valioso nesta era do descartável”, explica Michel.

Sonhos de garagem

Os projetos são feitos de maneira colaborativa

Os projetos são feitos de maneira colaborativa

Quando soube da existência do movimento, o engenheiro viajou aos Estados Unidos para ver a proposta de perto. “Lá, conheci o TechShop (www.techshop.ws), vinculado ao Maker Movement, que hoje está presente em nove cidades naquele país, e que inicia sua expansão européia por Paris. O projeto, uma oficina que torna acessível conhecimento e ferramentas tecnológicas, era a consolidação do que eu gostaria de fazer com meus experimentos de garagem”.

Dez anos depois, em junho de 2016, nasceu o Engenho Maker,instalado em um galpão de 500 metros quadrados, dentro do Instituto de Engenharia, em São Paulo. “Essa parceria foi fundamental para tornarmos viável este projeto”, conta. “O que nos Estados Unidos é perfeitamente exequível, aqui poderia parecer utópico, praticamente impossível, pois o investimento em equipamentos é muito mais alto”. Michel compara o conceito do projeto a uma academia de ginástica, onde o usuário pode utilizar os equipamentos (impressoras 3D, fresa CNC, laser, scanner 3D, computadores e outros) e contar com orientação técnica. “Nosso propósito é, juntos, fortalecer a inteligência coletiva por meio das informações compartilhadas pelas pessoas neste espaço, promover networking e o espírito colaborativo entre nossos membros”.

100% criativo

O ambiente não poderia ser mais propício, especialmente por estar dentro do Instituto. Ali se respira a engenharia e o fazer. “Neste fim de ano, o Instituto completa 100 anos de atividade. Eles, que são uma instituição com toda a expertise, reúnem o mais alto grau da engenharia e demonstram avontade de entrar no próximo centenário em sintonia com a modernidade, com o que está sendo feito em inovação”. (Veja Box Centenário de realizações abaixo)

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Embora ainda seja um recém-nascido, o Engenho Maker já foi procurado por grandes players do mercado automotivo, aeroespacial, Internet das Coisas e de software. “Essas empresas querem aprender esse novo modelo de trabalho, fora da caixinha, em que as pessoas colaboram, fazem, criam fora do ambiente corporativo, com regras diferentes. Já nos mandaram seus criativos passarem um tempo ali, para entender o que é esse novo ambiente do fazer. Outras vezes, as indústrias querem investir nas startups incubadas”.

O público é variado, de acordo com Michel. Pode ser uma corporação, conforme mencionado acima. E também pessoa física, que vai usar o espaço como um coworking. “Ela chega com o seu projeto, inicialmente para fazer sozinha. Geralmente não resiste em mostrar e pedir uma opinião. E nós não resistimos em olhar, dar opinião e ajudar”. O Engenho Maker também desenvolve projetos de educação com escolas em São Paulo: “Já iniciamos parcerias com o Colégio Bandeirantes, o Santa Cruz, Escola Politécnica, entre outros. Temos projetos com pais e filhos, que visam valorizar o fazer juntos”.

Atividades lúdicas instigam a criatividade das crianças

Atividades lúdicas instigam a criatividade das crianças

Dos balões de ensaio do Engenho Maker já saíram algumas realizações e protótipos. Michel conta que dois integrantes ganharam premiação no concurso mundial de inovação do Google: “Um deles está em Napa Valley, a região de vinhos da Califórnia. Ele criou uma estação que dá todas as informações importantes para a vinícola: quais são as condições do solo, das uvas, da colheita, do clima, de tudo”. O outro projeto vencedor é um aplicativo, espécie de horta robótica, que acompanha todos os processos da atividade, como a aragem da terra, o plantio das sementes, a qualidade das hortaliças. “É possível controlar tudo do celular”.

Entre os projetos que estão em desenvolvimento nos laboratórios do Engenho Maker estão um robô com feições humanas, chamado InMove, e um totem para bicicleta elétrica: “A bicicleta fica armazenada e recarregando a energia. Pode ser alugada e o dono controla tudo por um aplicativo”.

O céu é o limite para tirar uma ideia do papel, acredita Michel. E para ajudar na concretização, oferece 40 posições no coworking, layout flexível para atender com comodidade um evento ou quaisquer necessidades, wi-fi e as facilidades do Instituto de Engenharia. “Para inspirar, não falta área verde no entorno do nosso espaço e nossa vocação para encarar qualquer desafio. E, claro, café à vontade, não poderia faltar”, brinca.

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07/11/2016 – Rede Globo – Bom Dia Brasil

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O Engenho Maker no Bom Dia Brasil, em reportagem sobre os participantes da São Paulo Tech Week e espaços destinados aos apaixonados por tecnologia. A matéria cita o Engenho Maker como um espaço que reune invenções e inventores, proporcionando às crianças a oportunidade de criar, explorar, e aos adultos de realizar.

Ainda mostra depoimentos, como o da Juliana que conta como a tecnologia transformou sua vida, e do Wanderley que destaca a importância do convívio neste ambiente, onde o conhecimento e habilidade de cada um dos usuários são constantemente compartilhados.

https://globoplay.globo.com/v/5431063/

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04/11/2016 – Estadão – bora.aí

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MakerFest Brasil
Engenho Maker – Instituto de Engenharia

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MakerFest é um encontro de pessoas criativas, talentosas e interessadas em tecnologia – os makers – exibem seus trabalhos e trocam experiências. Haverá oficinas de introdução à Robótica com Lego e competição com Eletrônica e Robótica para crianças e jovens de 6 a 18 anos.

A entrada é gratuita e o valor das oficinas é R$30,00.

O evento faz parte da programação da SPTech Kids. Veja a programação completa em http://bora.ai/guia/sptechkids

Programação fornecida pela produção e sujeita à alteração. Confirme antes de sair de casa.

Idade recomendada
de 5 a 9 anos
de 9 a 13 anos

Ingressos
R$ 30,00 por oficina
gratuito entrada
comprar ingressos

Horários
06/11/2016 (Domingo)
das 10h00 às 20h00

Engenho Maker – Instituto de Engenharia
Av. Dr. Dante Pazzanese, 120
São Paulo, SP
04012-180
Brasil
11 5085-0240

por Lina Brochmann em Ibirapuera,bora.ai recomenda,oficina,aprender, jogar e brincar.